Vita Hábil - Soluções em Reabilitação

Intervenções da TO

A Terapia Ocupacional possui ampla gama de intervenções, a citar as práticas em Terapia Ocupacional Social e Saúde Mental. Porém, em nosso portal, nos atentamos a escrever apenas às referentes à reabilitação física.

Estimulação Funcional dos Membros Superiores

Estimulação Funcional dos Membros  Superiores

Quão importante é a função de nossas mãos para os movimentos bem sucedidos durante nossas atividades cotidianas? Pare por um momento e lembre-se de todas as atividades que você executou na primeira hora do seu dia. Provavelmente você escovou os dentes, realizou suas higiene pessoal, penteou os cabelos, abotoou suas roupas e mexeu seu café com uma colher. Para o bebê, mesmo que com funções diferentes, essas capacidades motoras também são de extrema importância pois usam a extremidade superior para realizar descobertas e assim aprender, além de engatinhar, caminhar (sim! lembre-se de como os braços ficam elevados para manter o equilíbrio durante os primeiros passos!), proteger o corpo de quedas e ainda recuperar o equilíbrio.

A mão humana é a ferramenta mais importante para fazer com que o cérebro explore, aprenda, conheça e interaja com o mundo, por isso a recuperação de sua função faz parte do trabalho do terapeuta ocupacional.

Através de exercícios funcionais, busca-se constantemente a maximização do potencial motor e sensorial dos membros superiores.

Os terapeutas ocupacionais podem utilizar-se de diversas técnicas de reeducação motora, como Rood, Kabat, Bobath e Brunnstrom, associadas com técnicas cognitivo-comportamentais, quando necessário.

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Terapia de Contensão Induzida (TCI)

Terapia de Contensão Induzida (TCI)

Um dos fatores que prejudica a recuperação do membro superior parético é o “uso não aprendido” que o indivíduo pode apresentar já na fase aguda do AVE, o que leva à não utilização do membro superior acometido, devido à fraqueza e outras seqüelas neurológicas, “mascarando” alguma habilidade preservada deste membro, ou seja, o termo “não aprendido” é empregado para explicar o aprendizado errado que o cérebro faz  pela ausência ou diminuição dos movimentos do braço afetado associado ao uso compensatório do braço não acometido, o que pode ocasionar perdas irreversíveis na capacidade funcional.

A Constraint-induced movement therapy ou Terapia de Contensão Induzida (TCI), é uma técnica que ajuda pacientes com lesões hemisféricas no sistema nervoso central a superar o “não uso aprendido”, desencorajando o uso do braço não afetado com um intensivo treinamento do braço comprometido.

Foi desenvolvida na Universidade do Alabama por Edward Taub onde suas primeiras pesquisas foram através de treinamento do uso forçado do membro superior afetado com restrição do membro contralateral após deaferentação somatosensorial em um antebraço de um macaco.

A técnica envolve treinamento intensivo, repetitivo e orientado do braço através de tarefas adaptadas, que são cronometradas e graduadas conforme a capacidade motora do paciente, além de práticas de tarefas gerais para possibilitar o uso do braço afetado nas atividades funcionais.

Na fase aguda, o protocolo consiste na contensão do braço sadio com uma luva (em caso de adultos) ou gesso (em caso de crianças) por seis horas diárias, por duas semanas, além de treinamento do braço afetado por 3 horas diárias por 10 dias semanais consecutivos, enquanto que nos pacientes crônicos, o treinamento diário aumenta em meia hora e o uso da restrição deve ser por 90% das horas acordadas, por 2 semanas.

Existem vários critérios para aplicação do método, entre eles colaboração, compreensão e comprometimento do paciente e família, além de pré requisitos motores mínimos, os quais o terapeuta ocupacional identificará na primeira avaliação.

A aplicação do método resulta em recuperação funcional importante, evidenciado pela melhora da qualidade e velocidade do movimento do braço acometido.

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Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA)

Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA)

Quando o indivíduo não consegue se comunicar por meio da voz, ou esta é insuficiente para trocas sociais, a CSA tem como objetivo compensar ou complementar esta limitação através de gestos, símbolos, pranchas de comunicação ou ainda uso de recursos tecnológicos de computador como softwares ou voz sintetizada.

O papel do terapeuta ocupacional é avaliar os componentes de desempenho do indivíduo (aspectos físicos, cognitivos, sensoriais e emocionais) para que, em conjunto com uma fonoaudióloga, o melhor recurso seja escolhido e seu treino seja realizado. O grande desafio é que a comunicação alternativa possibilite inclusão em todas as esferas da vida, seja ela dentro de casa, na escola ou comunidade.

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Órteses

Orteses

Como a recuperação funcional do membro superior é um dos grandes desafios do terapeuta ocupacional, o uso de órteses é mais um recurso utilizado e de grande importância, pois sua função varia desde a prevenção de encurtamentos e deformidades, até auxiliar uma função, como por exemplo, a preensão de um lápis ou colher.

Com relação aos termoplásticos, utiliza-se material de alta qualidade e que é moldado no próprio segmento a ser ortetizado do paciente, respeitando a integridade anatômica.

A vantagem deste material é que, além de durável, permite remodelagens para readequação nos casos de melhora do padrão neuromotor da mão, por isso a importância de um terapeuta ocupacional acompanhar desde a prescrição até o uso a longo prazo, com reavaliações recorrentes.

Orteses

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Estimulação Sensorial

Estimulação Sensorial

Na prática clínica é comum encontrarmos alterações da sensibilidade nos pacientes com lesão neurológica, tanto superficial quanto profunda (proprioceptiva), levando ao prejuízo na segurança, controle motor, percepção do membro, incoordenação, velocidade de desempenho e principalmente na função do membro superior.

O tratamento terapêutico ocupacional consiste na melhora da percepção do braço acometido, através de técnicas de estimulação sensorial.

O método, de maneira simplista, consiste na estimulação da área acometida com uso de materiais de diferentes texturas, temperaturas, pesos e formatos, associado à atividades funcionais do membro superior, como por exemplo, lavar uma roupa. Nesta atividade o paciente é submetido à diversos estímulos, como a temperatura da água, a textura do escovão e da roupa, o formato e o peso da caixa do sabão, entre outros.

A Vita Hábil reconhece que seja imprescindível a presença do terapeuta ocupacional para que a atividade correta seja selecionada e graduada conforme necessidade individual e principalmente respeitando o desejo, importância e significância atribuída às tarefas, dando sentido real ao envolvimento na proposta.

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Treino e Vivência de Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD)

Treino e Vivência de Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD)

As atividades de vida diária são aquelas onde o cuidado é voltado para nosso corpo e por isso são fundamentais para nosso bem estar e sobrevivência básica.

As atividades que compões as ABVD são: banho, controle do intestino e bexiga, vestuário, alimentação, mobilidade, cuidados pessoais, higiene elementar, atividade sexual e higiene íntima.

Existem manobras que facilitam e propiciam a execução da tarefa como, por exemplo, a seqüência correta para vestir uma blusa, posturas para vestir uma calça, modificação do ambiente para calçar os sapatos ou fazer a barba.

As atividades instrumentais de vida diária são caracterizadas como atividades de apoio à vida cotidiana na casa e na comunidade, que muitas vezes exigem interações mais complexas do que o auto cuidado, como por exemplo, a administração do lar, cuidados com a saúde, cuidado com terceiros (pessoas ou animais de estimação), mobilidade na comunidade (ex: usar transporte público), gestão financeira, entre outros.

O papel do terapeuta ocupacional é proporcionar melhora do desempenho funcional, envolvimento e participação nas atividades e ocupações, promovendo independência com segurança, resgate de identidade e papéis ocupacionais, através de vivências e treinos das próprias atividades em questão. Muitas vezes o uso de ajudas técnicas complementam o treino das ABVD e AIVD.

Ressalta-se que o que determinará a escolha das atividades é o histórico ocupacional e interesse do paciente.

Por estas razões é de exclusiva competência do terapeuta ocupacional elaborar programa de treinamento e vivência nas ABVD e AIVD.

Treino e Vivência de Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD) Treino e Vivência de Atividades Básicas de Vida Diária (ABVD) e Atividades Instrumentais de Vida Diária (AIVD)


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Estimulação Cognitiva

Diversas são as causas de déficit cognitivo, sendo a mais freqüente a doença de Alzheimer, seguido por outras demências em geral. A alteração cognitiva não pode ser considerada própria do envelhecimento, mas sim de um processo patológico. Outras patologias que podem cursar com alterações cognitivas são os AVEs e os TCEs.

Todas estas doenças podem trazer prejuízos em funções intelectuais como memória, atenção, orientação temporal e espacial, percepção visual, planejamento (praxia), percepção espacial, organização visuomotora e operações de raciocínio.

Os terapeutas ocupacionais da Vita Hábil avaliam as habilidades cognitivas básicas que são fundamentais para a realização de atividades cotidianas. Um dos testes utilizados é o LOTCA (Loewenstein Occupational Threapy Cognitive Assessment) que fornece um perfil inicial das habilidades cognitivas do paciente e aponta caminhos para a intervenção.

Nossa equipe pode promover a estimulação cognitiva de várias maneiras, sendo que o que determinará a escolha das atividades é o histórico ocupacional e o interesse do paciente. Alguns exemplos utilizados são: jogos, leitura, assistir filmes, artesanatos, organizar lista de supermercado, usar o computador, escrever, plantar flor em um vaso, organizar fotos em um álbum. Enfim, são inúmeras as atividades que podem ser usadas com este propósito quando o terapeuta ocupacional é o facilitador e mediador entre paciente e atividade, tendo a demanda cognitiva a ser trabalhada bem estabelecida no processo de avaliação.

Estimulação Cognitiva

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Terapia de Mão - Ortopedia e Traumatologia

Terapia de Mão - Ortopedia e Traumatologia

A Terapia da Mão é uma das áreas de atuação da Terapia Ocupacional e habilita o profissional para atuar na recuperação dos diversos casos de lesões e traumatismo, que envolvam partes ósseas, músculos, ligamentos, nervos periféricos e articulações. Esses profissionais recebem treinamento adicional em anatomia funcional, biomecânica da mão e do membro superior, conhecimento científico de procedimentos clínicos e cirúrgicos, cicatrização e cuidados com as feridas, cinesiologia, confecção de órteses (aparelhos auxiliares para posicionamento e/ou proteção), atividades para retorno da amplitude de movimento e da sensibilidade periférica do membro superior, retorno às atividades de vida diária e profissional, tratamento primário imediato à cirurgia ou mesmo cuidados no pré-operatório. Como vimos, o trabalho ultrapassa o fortalecimento muscular e o ganho de amplitude articular, com recursos para estimular a reeducação sensorial, a coordenação e a destreza dos movimentos, para somar ao desenvolvimento funcional e ocupacional na vida diária e prática desses pacientes.

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Tecnologia Assistiva

A tecnologia assistiva é um conceito que se refere à produtos e serviços que ajudam pessoas com limitações funcionais a desempenharem suas ações rotineiras com segurança e independência e podem ser determinantes na participação social do indivíduo.

As adaptações de vida diária fazem parte deste amplo conceito e são prescritas, confeccionadas ou adquiridas após rigorosa avaliação e seguimento, pois infelizmente há grande índice de abandono destas adaptações por diversas razões, entre eles a falta de treinamento terapêutico pós aquisição, razão essa que a Vita Hábil tende a eliminar, uma vez que suas terapeutas acompanham todo o processo de reabilitação, contando com exímia capacidade técnica para prescrição e confecção das adaptações, até o acompanhamento periódico fundamental para o sucesso do treinamento, momento em que o aparato confeccionado ou adquirido se torna parte integrante da rotina do paciente.

As adaptações variam da mais simples como, por exemplo, um calçador de meias confeccionado em material para raio x, engrossador de talher feito com manopla de bicicleta, ou ainda altamente tecnológicos, como softwares que possibilitam o acesso ao computador utilizando apenas movimentos de cabeça, cadeiras de rodas que possibilitam o ortostatismo ou ainda casas que são administradas por comando de voz.

Apesar de diversos profissionais estarem envolvidos nesta área, o terapeuta ocupacional é o profissional responsável por coordenar as ações dirigidas à Tecnologia Assistiva por ser especialista em ações humanas.

Tecnologia Assistiva Tecnologia Assistiva

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Adaptação ambiental e Desenho Universal

A Vita Hábil, em parceria com arquitetos especializados em acessibilidade, possui ampla experiência em eliminação de barreiras arquitetônicas em domicílios ou empresas.

O terapeuta ocupacional avalia o desempenho funcional do indivíduo dentro de sua casa ou trabalho, além de verificar quais são os ambientes de riscos para quedas.

Nosso foco é respeitar a relação entre funcionalidade, segurança, qualidade, conforto, preferências e significado que o indivíduo atribui ao seu ambiente.  

A intervenção terapêutica ocupacional pode variar desde a instalação de barras de segurança em torno do assento sanitário e elevação de sua altura, colocação de tapetes ou fitas antiderrapantes em locais de risco ou indicação de pias, fogões e mesas onde há possibilidade de aproximação da cadeira de rodas e alcance de prateleiras. Em alguns casos podem ser indicadas ajudas técnicas (tecnologia assistiva) - como por exemplo cadeiras-elevadores em casos de inviabilidade da instalação de elevadores, ou torneiras, luzes, descargas e lixos acionados por sensor de movimento.

Nossa visão não consiste em criar projetos apenas baseados em normas técnicas, mas sim aplicar o conceito do desenho universal para que o maior número de pessoas possam usufruir do ambiente, quebrando a idéia do “espaço adaptado para deficientes” e transformando o ambiente em acolhedor, estético, seguro, confortável, belo e que possa atender o maior número possível de pessoas, sejam elas com mobilidade reduzida ou não.

Adaptação ambiental e Desenho Universal Adaptação ambiental e Desenho Universal Adaptação ambiental e Desenho Universal

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Estimulação Visual

Estimulação Visual

Através da visão nossos interesses são despertados para o mundo, possibilitando aprendizado através de experiências sensoriomotoras.

Crianças com atraso no seu desenvolvimento podem apresentar alterações visuais, e dada à importância deste canal sensorial, o tratamento terapêutico ocupacional para correta estimulação é necessário.

De modo geral, a intervenção é feita de acordo com a fase de desenvolvimento da criança através de orientações para estimulação através do ambiente e objetos (troca de posição do berço, pintura de cores fortes em uma parede, uso de cores contrastantes na capa da mamadeira, etc), posicionamento da criança (alternar o lado no colo, durante a alimentação manter-se sempre alinhado em sua frente, conter o corpo em casos de assimetria importante, etc), brincadeiras (chocalho brilhante, lanternas no escuro, pulseiras com guizo e cores fortes, etc).

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Treino Pré Protético e Protético

Treino Pré Protético e Protético

Uma vez que os membros superiores são imprescindíveis para independência global, as amputações podem gerar sentimentos de impotência, rebaixamento da auto estima, auto imagem, entre outros.

O tratamento terapêutico ocupacional inicia-se na fase pré protética com o objetivo primário de preparação do coto para possível protetização, além de troca de dominância (se necessário), confecção e/ ou indicação de adaptações e treino e vivência de ABVDs e AIVDs.

O treino protético difere no tipo da prótese a ser utilizada (mecânica, elétrica, mioelétrica ou híbrida) mas todas tem como objetivo principal a compensação (ainda que parcial) da função manual.

Infelizmente as próteses ainda não podem substituir por completo a função da mão em decorrência da extrema complexidade de movimentos e pela ampla capacidade de percepção sensorial. Por este motivo, quando for realizada indicação protética, todas as orientações (acerca das possibilidades, dificuldades, restrições, cuidados...) acerca da prótese devem ser realizadas para que as expectativas do usuário sejam adequadas, possibilitando assim, usufruir do seu dispositivo protético no seu potencial máximo.

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Prescrição de Cadeira de Rodas

Prescrição de Cadeira de Rodas

Por diversas causas distintas, a dificuldade de locomoção, temporária ou permanente, é considerada uma das mais limitantes seqüelas para os pacientes. Em grande parte desses casos, a cadeira de rodas faz-se necessária para a manutenção dos seus deslocamentos, promovendo autonomia e participação social.

Em face da importância desse equipamento para essas pessoas, é de fundamental necessidade que as cadeiras de rodas sejam prescritas sob medida para cada usuário a que será designada, levando em conta não só as medidas antropométricas do indivíduo, mas suas ambições e expectativas (no âmbito social, funcional, ambiental...) quanto ao uso da mesma, propiciando os benefícios desejados, bem como o ganho de confiança e funcionalidade.

Analogicamente, assim como existe um calçado para cada tipo de pé e para cada atividade, existe uma cadeira de rodas específica para cada corpo e para cada perfil de usuário.

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Adequação Postural em Cadeira de Rodas

Apesar de inúmeras possibilidades de cadeiras de rodas disponíveis no mercado, em muitas situações (precário controle cervical e/ou de tronco, deformidades articulares estruturadas, grandes assimetrias, dificuldade na propulsão da cadeira de rodas, desconfortos/ dores, etc.) haverá a necessidade de complementar o equipamento com confecções de adaptações de modo que favoreça conforto, alinhamento postural e funcionalidade do indivíduo.

Nesses casos, as adaptações só poderão ser sugeridas e confeccionadas após detalhado processo avaliativo realizado pela equipe da Vita Hábil (baseado nas características físicas do usuário, suas tarefas funcionais, acessibilidade, entre outros tópicos), no qual serão identificadas quais as necessidades de modificações no assento, encosto, apoios de pés, apoios de braços, apoios de cabeça, bem como necessidades de cintos (para segurança e estabilidade) e bandeja (para melhora da capacidade funcional), tanto em crianças como em adultos.

Muitas vezes, a adequação postural é a única possibilidade de evitar que o paciente seja acamado favorecendo o sentar adequadamente, dando-lhe possibilidades de uma vida plena bem como melhora de diversas funções orgânicas, como deglutição, respiração, funcionamento da bexiga e intestino, redistribuição da descarga de peso corporal, vascularização, entre outras.  

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Indicação de Almofada para Assento

É sabido que a postura sentada por tempo prolongado em superfícies inadequadas promove a obstrução da vascularização dos tecidos em contato com o assento (comumente ísquios e sacro), levando a alto risco de úlceras por pressão, uma complicação grave, custosa e de difícil tratamento.

Sabendo disso, a Vita Hábil se prontifica a indicar aos seus clientes um assento ideal, com objetivo principal de alívio de pressão tecidual, mas que também atua de forma significativa na promoção de conforto, estabilidade e melhora postural: as almofadas para assento, não só benéficas para usuários de cadeira de rodas, mas adaptáveis para aqueles que fazem uso de cadeiras comuns e poltronas, mas que, por apresentarem mobilidade reduzida em algum grau, têm dificuldade para realizarem alívio de pressão.

São diversos tipos e modelos existentes, nacionais e importadas, fabricadas com diferentes materiais, cada qual com sua especificidade, trazendo benefícios para determinada população.

Indicação de Almofada para Assento Indicação de Almofada para Assento

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Transferências e manejo de cadeira de rodas

Transferências e manejo de cadeira de rodas

As transferências fazem parte das atividades de vida diária, mais especificamente da mobilidade funcional. São consideradas mudança de posição para outro lugar (da cadeira de rodas para o carro, vaso sanitário, cama, cadeira convencional ou chão).

Elas devem ser consideradas exercícios dentro do programa de tratamento terapêutico ocupacional, com objetivo de reprodutibilidade para o dia a dia.

Muitos pacientes serão dependentes de terceiros para transferências pos isso a participação atenta dos cuidadores no treinamento é fundamental para que seja feita de forma adequada e segura, exigindo a participação mais ativa possível do paciente.

Associado ao treinamento, todas as etapas referentes às transferências serão vivenciadas, como: acionamento do freio da cadeira de rodas, retirada do apoio dos pés e braços, deslocamento anterior da pelve e tronco, push up e finalmente o deslocamento para o local escolhido. Outras etapas também podem ser associadas, como o fechamento e abertura da cadeira de rodas para colocar e retirar do carro.

Algumas adaptações podem ser sugeridas para facilitar essa função, como por exemplo, as tábuas de transferências.

O manejo de cadeira de rodas deve ser parte integrante do tratamento da Terapia Ocupacional, já que com o domínio desta função o indivíduo terá forte contribuição para sua participação plena na comunidade.

O treino deve ser feito em terrenos mais diferentes possíveis e de preferência em locais que são conhecidos e desejados pelo paciente, ou que simulem essa situação. Também devemos nos atentar à propulsão da cadeira de rodas, já que feita de maneira incorreta pode acarretar prejuízos funcionais, como lesões por esforços repetitivos e dores nos ombros, outro motivo pelo qual esse treinamento deve ser supervisionado por um terapeuta ocupacional capacitado.

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Integração Sensorial

Integração Sensorial

A integração sensorial é o processo pelo qual o cérebro organiza as informações provenientes do ambiente e as organiza para gerar respostas adequadas às situações.

Algumas alterações decorrentes do desajuste do sistema sensorial são em decorrência de déficit sensitivo, apraxias, disfunção auditiva e linguagem, disfunção vestibular-proprioceptiva, agitação motora, déficit de atenção, aversão ao toque, etc. Isso repercute negativamente no bom desempenho funcional e por isso são alvo de intervenção do terapeuta ocupacional.

A intervenção com crianças enfatiza o desenvolvimento das competências que permitem à criança brincar, comunicar e relacionar-se com os outros de uma maneira eficaz além de cuidar de si mesmo e aprender utilizando, se necessário, dispositivos e estratégias adequadas às suas necessidades.

No adulto, diversos equipamentos (que atuam nos diferentes processamentos sensoriais) são utilizados visando readequar as aferências e organizá-las, a fim de melhorar sua integração internamente e com o meio externo, possibilitando, em última análise, melhora nos âmbitos motor, emocional e social.

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Atendimento em Grupo de Terapia Ocupacional

Atendimento em Grupo de Terapia Ocupacional

O atendimento em grupo de Terapia Ocupacional visa expandir a vivência individual e adicionar à experiência de cada participante. A troca de vivências e o convívio entre os integrantes têm como objetivo manter o indivíduo o mais ativo e independente possível, restaurar e melhorar o status ocupacional.

O terapeuta ocupacional tem o papel de facilitador e interlocutor entre os participantes do grupo possibilitando a partilha de experiências, habilidades e dificuldades, e o resgate e valorização da identidade pessoal e cultural.

As atividades realizadas são previamente analisadas, programadas e estruturadas de acordo com a demanda do grupo e visam estimular a capacidade para realização das AVD’s, que incluem funções cognitivas e habilidades sensório-motoras.

Ao interagir com os recursos terapêuticos oferecidos pelos nossos profissionais os participantes ganham em autonomia, acolhimento e respeito.

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Estimulação Sensorial em Paciente Comatosos

Os protocolos de estimulação sensorial para pacientes em coma foram criados com o objetivo de aumentar o nível de consciência por meio da estimulação do Sistema Ativador Reticular Ascendente (SARA).

A estimulação é feita através da oferta de estímulos visuais, olfativos, gustativos, auditivos, vestibulares e táteis onde os estímulos devem ser ofertados de maneira controlada e lenta objetivando facilitar e organizar respostas.

O terapeuta ocupacional deve avaliar as preferências sensoriais prévias à lesão encefálica para elaborar um protocolo adequado e individualizado.

Estudos mostram que, apesar da escassez de trabalhos, o tempo de duração do coma nos grupos submetidos à estimulação sensorial foi menor quando comparados ao grupo controle.

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Acompanhamento Terapêutico (AT)

Acompanhamento Terapêutico (AT)

Este recurso terapêutico é destinado as pessoas que encontram dificuldades no relacionamento e convívio social, por conta de limitações, sejam elas físicas, emocionais, sensoriais ou cognitivas.

O acompanhante terapêutico (a.t.) é visto como um facilitador, entre o indivíduo e a reconstrução do cotidiano. A intervenção se dá através da ação, na prática e vivência do dia-a-dia. Os acontecimentos cotidianos são os materiais para o trabalho a ser realizado. Por esta razão a terapia é desenvolvida em locais públicos como: praças, parques, supermercados, cinemas, shoppings entre outros. A idéia é propiciar momentos onde o indivíduo possa atuar, estimulando sua iniciativa e resolução de problemas.

O objetivo é encontrar estratégias inclusivas no cotidiano, deixando o ambiente e o meio social mais propício para favorecer a inclusão do indivíduo ao meio em que vive.

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Inclusão escolar

Inclusão escolar

O terapeuta ocupacional atua no processo de inclusão escolar de crianças através de estratégias educadoras e assistivas, envolvendo educadores, família, alunos e comunidade para que a criança possua plena participação nas atividades pedagógicas.

            Além da utilização de ajudas técnicas (carteiras adaptadas, computadores, material escolar adaptado, localização adequada na sala, etc.) para promover equiparação de oportunidades, compete ao terapeuta ocupacional orientação e assessoria aos profissionais envolvidos no processo educacional para a sensibilização quanto ao respeito e importância da diversidade.

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